Eu compartilho, sim!

As redes sociais – cada uma a seu tempo – sempre ofereceram a chance de reaproximar amigos antigos, afastados pelo tempo, de juntar pessoas pelas afinidades ou até mesmo de fazer crescer seu ‘networking’ dentro da cidade onde você vive.

Muita coisa legal é compartilhada nas redes sociais – até mesmo ainda no “finado” Orkut, acreditem. Tem muita coisa ruim ou desinteressante também. Mas na vida da gente é assim, por onde quer que sigamos: pessoas legais e pessoas chatas.

Ninguém é obrigado a abrir sua vida para as pessoas – as configurações de privacidade estão aí pra isso mesmo. Eu abro por convicção minha. Se eu não quisesse compartilhar minha vida (ou parte dela) com os outros, não teria um perfil no Facebook, nem uma conta no Twitter.

O que eu mais gosto por aqui, além de colocar as minhas bobagens e o que eu tô sentindo é saber que a gente pode se aproximar de verdade de pessoas que estão próximas a você fisicamente, mas que, vai saber por que, nunca trocaram um “oi”, nem pararam pra conversar. Isso pra mim é o mais legal: saber que tem gente próxima que se importa com você.

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